Matosinhos
Junto ao mercado municipal
Estão à espera de um acidente!
Data: 02-2007 |
Há duas semanas o mar do concelho de Matosinhos foi “presenteado” com resíduos da Petrogal. Consta que foi o forte temporal que destabilizou a ETAR e causou o derrame.
Como é óbvio não está na mão do Homem controlar o tempo, se bem que isto não é certo, mas já está nas mãos dos responsáveis da Petrogal garantir que os resíduos...
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A Nova Democracia inicia a recolha de assinaturas, tendo em vista a obrigação de prestação de serviço comunitário, por parte dos beneficiários, não deficientes, do rendimento mínimo.
Narciso Miranda
Ex-Presidente Câmara Matosinhos
“O PS, no Distrito do Porto, não está bem. Está a perder peso, credibilidade, voz”
Entrevista ao Jornal de Matosinhos
Rua da Trindade, 36 S/L 1200-302 Lisboa
Tel 213247020
Fax 213247029
Mail: seclisboa@pnd.pt
Metro
Não me surpreende este episódio do ministro Mário Lino a propósito do metro do Porto
Eu ponho-me a pensar, como se terá processado a questão das obras, e parece-me que o Sr. Ministro não está distraído, é sim, um homem de grande visão!
É que para o governo, não convém nada ter as obras prontas antes das eleições, em concelhos como Gaia, Gondomar ou Trofa, para não falar na Cidade do Porto. Obras cujos louros ficariam facilmente para os autarcas não socialistas, e nem a presença massiva do governo iria apagar comentários como “ A cidade evoluiu muito!”.
Por isso, o Sr. Ministro decidiu que se calhar era melhor deixar estas para mais tarde, e continuar a programar o extenso leque de inaugurações a realizar um pouquinho antes das eleições, sem o metro. As pessoas que precisam de transportes públicos, essas não interessam para nada.
À muito que a administração central abriu guerra ao Norte, e muito em particular ao Porto. Exemplo disso foi o pé-de-vento levantado pela ministra da cultura, a propósito de um túnel, do qual saiu um sapo que suavemente foi engolindo. Este é só mais um episódio triste.
Rui Bruno
Nova Democracia - Matosinhos
Por alguns motivos que se prendem com a indisponibilidade pessoal de alguns elementos e com o concentrar de energias num outro projecto que é o relançamento das Novas Gerações, "órgão vital no desenvolvimento de qualquer partido" a Nova Democracia – Matosinhos tem estado menos activa do que seria desejável.
No entanto e procurando estar atento ao que se passa no concelho de Matosinhos, não posso deixar de me regozijar. A última acção do nosso Partido no Concelho foi a visita encabeçada pelo Dr. Manuel Monteiro ao Jornal de Matosinhos, foi uma visita agradável e cordial que teve um destaque apreciável na edição de papel deste semanário local.
Mas o que me deixa deveras satisfeito é verificar que após a visita efectuada pela Nova Democracia, e vendo o destaque que o semanário deu à nossa iniciativa, é vê-los desde então a correr como baratas tontas para terem também direito aos minutos de fama, procurando fazer o papel de gente interessada que afinal não aparece só na época das eleições.
Individualidades, como presidentes de junta, personalidades da vida social do Concelho, entre outras personalidades. O caso mais gritante é sem dúvida o do PSD-Matosinhos que efectuou uma visita ao dito Jornal com a intenção de perceber o impacto que a "anulação do porte pago teve na sustentabilidade dos jornais locais".
É preciso não ter postura nem espinha para procurarem viver às custas de um partido que supostamente é pequeno, insignificante e ao qual não se deve dar ouvidos (recordo também o caso do ressurgimento da polémica da OTA). Estas visitas já foram efectuadas pelo nosso presidente noutros locais e não sei se o mesmo fenómeno se passou, no entanto o exemplo de Matosinhos é de facto esclarecedor e exemplificativo da realidade nacional.
A Nova Democracia é um maná de novas ideias e um bebedouro onde os partidos instalados aproveitando a nossa ainda pouca expressão, copiam as nossas iniciativas para se apresentarem como arautos da boa nova quando na realidade não passam de velhas salas, de prateleiras vazias de ideias e cheias de pó.
Com uma observação feita à distância nestas ultimas semanas, fiquei "ainda mais" convencido que a Nova Democracia representa de facto o advento de uma NOVA ERA NA POLÍTICA do nosso concelho e do país.
Os partidos do status quo não passam de estruturas completamente amorfas incapazes de produzir ideias positivas que dinamizem o nosso País.
Falta garra, iniciativa, ideias, originalidade, vontade e sentido de servir a população. Os instalados estão demasiado presos e acomodados para fazer o que quer que seja em prol de uma classe media cada vez mais asfixiada e presa por contas, dívidas e prestações. A Nova Democracia faz falta em Matosinhos, no Porto em todo o lado porque quer e tem gente com capacidade e vontade para trabalhar.
O princípio de humildade e honra no exercer de um cargo político há muito que desapareceu, mas esse espírito existe no nosso partido. Se estes actos baratos de imitação poderiam irritar e até desmoralizar quem com muito esforço, dedicação e até um "certo amor à camisola" procura efectuar um trabalho honesto que possa dar os seus frutos em 2009, no meu ponto de vista pessoal somente nos pode motivar para continuar a tentar fazer mais e melhor, porque também acredito que quem está atento vai saber dar valor e na hora certa vai premiar quem realmente merece uma oportunidade.
Nuno Almeida
Nova Democracia - Matosinhos
Parabéns à Direcção distrital da Nova Democracia - Aveiro
O grupo de trabalho da Nova Democracia - Matosinhos, vem por este meio enviar os maiores parabéns à Direcção distrital da Nova Democracia - Aveiro pelo excelente trabalho realizado na organização do Congresso Distrital.
Do mesmo modo enviamos os desejos de maiores felicidades à Nova Direcção eleita que será coordenada pela Dr.ª Susana Barbosa.
Fazemos votos para que este dia possa ser recordado como o primeiro passo rumo a um trabalho sério e frutuoso em 2009.
Nova Democracia - Matosinhos
Plano de Segurança da Petrogal
O acidente que decorreu na Petrogal na última semana ainda está a provocar alguma agitação no concelho. O partido Nova Democracia entende que é “necessário que a refinaria assuma as suas responsabilidades junto da população e de uma vez por todas tome medidas efectivas de prevenção de segurança e ao Dr. Guilherme Pinto exige, como figura máxima da Câmara Municipal de Matosinhos, que exerça uma pressão legítima e séria junto da petrolífera para ser informado periodicamente das medidas levadas a cabo pela empresa”, afiança Nuno Almeida, coordenador do grupo de trabalho da Nova Democracia de Matosinhos. Para esse efeito, o político continua, afirmando que deve ser tornado público o plano de segurança para que em parceria com as juntas de freguesia, a Protecção Civil, as corporações de bombeiros e a população em geral para que “se defina e prepare um plano de contingência testado, aprovado e eficaz. Não nos podemos dar ao luxo de esperar pelo pior para depois verificar que não foi feito tudo ao alcance das entidades competentes”, lembra.
Construção desenfreada
Nuno Almeida também lança algumas críticas à actuação da autarquia. “Relativamente à pressão urbanística que rodeia a refinaria de Leça da Palmeira a câmara deve tomar uma atitude de respeito pelo crescimento sustentado e pelos seus eleitores e não autorizar mais a construção desenfreada que afecta as freguesia de Leça da Palmeira e Perafita na área envolvente”, frisa, ao mesmo tempo que acrescenta que “é necessário garantir a segurança e a saúde dos Matosinhenses e como tal deverá ser seriamente limitada a construção habitacional na área permitindo inclusive maiores índices de segurança da própria refinaria”.
in Primeiro Janeiro